Relatório – 10/06/2008.
Discutimos sobre o documentário. Entramos num consenso que para se fazer um documentário, temos de partir de uma hipótese. No projeto falo muito sobre a questão da Memória e sobre a Indústria Cultural.
Nos situamos com a realidade do que quer dizer Industria Cultural na nossa realidade. Nos situando e vendo de fora, a Industria Cultural é monopólio dos Estados Unidos que escolhe uma mercadoria e fornece para os países subdesenvolvidos , países da MERCOSUL, e o Brasil se enquadra nessa realidade. Por tanto, somos brasileiros e sofremos dessa imposição, temos consciência disso. Sobre Memória, sabermos que o registro é uma questão de classe, conhecemos a história do Brasil pelos livros nas escolas, mas há historias que não sabemos, por que não foram registrados? É uma questão de classe.
Concluindo. Estamos lhe dando com a Geopolítica Mundial. Ouve a preocupação de se criticar o governos, pois ele esta nos pagando, mas estamos criticando o sistema e não uma política interna, por isso geopolítica mundial.
Lidamos com a questão do sistema, queremos entrar nele? O sistema incorpora projetos que não querem entrar nele. O Téo deu um exemplo muito legal.
“O sistema é uma barreira, que quando agente vai com as armas para derrubá-lo ele abre a barreira e entramos. O cordel do fogo encantado se sobressaiu na indústria, podemos te-los como referencia”.
terça-feira, 10 de junho de 2008
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