terça-feira, 3 de junho de 2008

Eu e a Ale fomos a casa desse moço muiiito generoso, o sobrenome dele ja fala por si só, Zé Modesto.
Falei sobre o projeto pra ele e disse que a idéia é comunicar as gerações. Mostramos a idéia de uma música que queremos que o Tio Renato Bráz cante em um dos Atos.

O Prof Zé Modesto no deu de presente um trecho e passou lição de casa p terminarmos heheh...

Valeuuu Zé



Tem a febre no chão que engruvinha as folhagens
E caduca as sementes trancadas de sol
É a vala sem chuva no barro quem cala o chão
Num secume de olhos carpidos, desamor
É a vala sem chuva no barro que cala o chão
Num secume de olhos carpidos.





Na música tem idéias poéticas do Compositor Léo de Abreu, da Musicista Cris Boch e minha no qual o Zé soube amarrar direitinhoooooooooo...

bjinssssssss

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